Já é madrugada, novamente me vejo aqui acorda a espera dos carinhos teus.
A cidade sempre atordoada, agora quase paralizada, esconde em cada calçada rastros e vestigios de amores escondidos, sentimentos reprimidos, vontades de você.
A lua como sempre, testemunha mais uma cena de amor e em outro canto da cidade meu peito se enche de dor.
sábado, 17 de outubro de 2009
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